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Túmulo de Vlado expóe farsa do Golpe de 64

Vladmir Herzog
Data da imagem: 31/10/2018
Cod. da imagem: 1631955
Crédito: Cesar Borges/ Fotoarena

Direito Controlado


Vladmir Herzog

Data da imagem: 31/10/2018

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Vladmir Herzog

Crédito: Cesar Borges/ Fotoarena

Contrariando a versão oficial dos militares, Vladmir Herzog não foi sepultado na ala dos suicidas. Imagens do túmulo do jornalista Vladmir Herzog, morto há 43 anos nas dependências do DOPS, na cidade de São Paulo, após ser preso e torturado em outubro de 1975 pela Ditadura Militar, que vigorou no país entre os anos de 1964 a 1985. Segundo militares, Herzog, acusado de conspiração contra o regime, se suicidara. Avessos à versão dos soldados, a família do jornalista sepulto-o na ala destinadas aos outros mortos. O local do túmulo está apenas a poucos metros do setor dos suicidas, área onde antes havia um muro separando as duas regiões. A ação é vista como um ato de resistência de parentes e amigos, que enterraram Vlado em valas tradicionais e expuseram a violência do governo. A morte do diretor da TV Cultura desencadeou uma série de protestos e forçou o início da distensão do regime durante o governo Geisel. O corpo está no Cemitério Israelita do Butantan, na capital paulista. Quando perdemos a capacidade de nos indignarmos ante atrocidades sofridas por outros, perdemos também o direito de nos considerarmos seres humanos civilizados, diz a inscrição na lápide.

Editorial criativa RM
Túmulo de Vlado expóe farsa do Golpe de 64

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Data da imagem: 31/10/2018
Cod. da imagem: 1631954
Crédito: Cesar Borges/ Fotoarena

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Contrariando a versão oficial dos militares, Vladmir Herzog não foi sepultado na ala dos suicidas. Imagens do túmulo do jornalista Vladmir Herzog, morto há 43 anos nas dependências do DOPS, na cidade de São Paulo, após ser preso e torturado em outubro de 1975 pela Ditadura Militar, que vigorou no país entre os anos de 1964 a 1985. Segundo militares, Herzog, acusado de conspiração contra o regime, se suicidara. Avessos à versão dos soldados, a família do jornalista sepulto-o na ala destinadas aos outros mortos. O local do túmulo está apenas a poucos metros do setor dos suicidas, área onde antes havia um muro separando as duas regiões. A ação é vista como um ato de resistência de parentes e amigos, que enterraram Vlado em valas tradicionais e expuseram a violência do governo. A morte do diretor da TV Cultura desencadeou uma série de protestos e forçou o início da distensão do regime durante o governo Geisel. O corpo está no Cemitério Israelita do Butantan, na capital paulista. Quando perdemos a capacidade de nos indignarmos ante atrocidades sofridas por outros, perdemos também o direito de nos considerarmos seres humanos civilizados, diz a inscrição na lápide.

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Contrariando a versão oficial dos militares, Vladmir Herzog não foi sepultado na ala dos suicidas. Imagens do túmulo do jornalista Vladmir Herzog, morto há 43 anos nas dependências do DOPS, na cidade de São Paulo, após ser preso e torturado em outubro de 1975 pela Ditadura Militar, que vigorou no país entre os anos de 1964 a 1985. Segundo militares, Herzog, acusado de conspiração contra o regime, se suicidara. Avessos à versão dos soldados, a família do jornalista sepulto-o na ala destinadas aos outros mortos. O local do túmulo está apenas a poucos metros do setor dos suicidas, área onde antes havia um muro separando as duas regiões. A ação é vista como um ato de resistência de parentes e amigos, que enterraram Vlado em valas tradicionais e expuseram a violência do governo. A morte do diretor da TV Cultura desencadeou uma série de protestos e forçou o início da distensão do regime durante o governo Geisel. O corpo está no Cemitério Israelita do Butantan, na capital paulista. Quando perdemos a capacidade de nos indignarmos ante atrocidades sofridas por outros, perdemos também o direito de nos considerarmos seres humanos civilizados, diz a inscrição na lápide.

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Contrariando a versão oficial dos militares, Vladmir Herzog não foi sepultado na ala dos suicidas. Imagens do túmulo do jornalista Vladmir Herzog, morto há 43 anos nas dependências do DOPS, na cidade de São Paulo, após ser preso e torturado em outubro de 1975 pela Ditadura Militar, que vigorou no país entre os anos de 1964 a 1985. Segundo militares, Herzog, acusado de conspiração contra o regime, se suicidara. Avessos à versão dos soldados, a família do jornalista sepulto-o na ala destinadas aos outros mortos. O local do túmulo está apenas a poucos metros do setor dos suicidas, área onde antes havia um muro separando as duas regiões. A ação é vista como um ato de resistência de parentes e amigos, que enterraram Vlado em valas tradicionais e expuseram a violência do governo. A morte do diretor da TV Cultura desencadeou uma série de protestos e forçou o início da distensão do regime durante o governo Geisel. O corpo está no Cemitério Israelita do Butantan, na capital paulista. Quando perdemos a capacidade de nos indignarmos ante atrocidades sofridas por outros, perdemos também o direito de nos considerarmos seres humanos civilizados, diz a inscrição na lápide.

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Contrariando a versão oficial dos militares, Vladmir Herzog não foi sepultado na ala dos suicidas. Imagens do túmulo do jornalista Vladmir Herzog, morto há 43 anos nas dependências do DOPS, na cidade de São Paulo, após ser preso e torturado em outubro de 1975 pela Ditadura Militar, que vigorou no país entre os anos de 1964 a 1985. Segundo militares, Herzog, acusado de conspiração contra o regime, se suicidara. Avessos à versão dos soldados, a família do jornalista sepulto-o na ala destinadas aos outros mortos. O local do túmulo está apenas a poucos metros do setor dos suicidas, área onde antes havia um muro separando as duas regiões. A ação é vista como um ato de resistência de parentes e amigos, que enterraram Vlado em valas tradicionais e expuseram a violência do governo. A morte do diretor da TV Cultura desencadeou uma série de protestos e forçou o início da distensão do regime durante o governo Geisel. O corpo está no Cemitério Israelita do Butantan, na capital paulista. Quando perdemos a capacidade de nos indignarmos ante atrocidades sofridas por outros, perdemos também o direito de nos considerarmos seres humanos civilizados, diz a inscrição na lápide.

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Cod. da imagem: 1631941
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Cod. da imagem: 1631940
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Cod. da imagem: 1631938
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Vladmir Herzog

Crédito: Cesar Borges/ Fotoarena

Contrariando a versão oficial dos militares, Vladmir Herzog não foi sepultado na ala dos suicidas. Imagens do túmulo do jornalista Vladmir Herzog, morto há 43 anos nas dependências do DOPS, na cidade de São Paulo, após ser preso e torturado em outubro de 1975 pela Ditadura Militar, que vigorou no país entre os anos de 1964 a 1985. Segundo militares, Herzog, acusado de conspiração contra o regime, se suicidara. Avessos à versão dos soldados, a família do jornalista sepulto-o na ala destinadas aos outros mortos. O local do túmulo está apenas a poucos metros do setor dos suicidas, área onde antes havia um muro separando as duas regiões. A ação é vista como um ato de resistência de parentes e amigos, que enterraram Vlado em valas tradicionais e expuseram a violência do governo. A morte do diretor da TV Cultura desencadeou uma série de protestos e forçou o início da distensão do regime durante o governo Geisel. O corpo está no Cemitério Israelita do Butantan, na capital paulista. Quando perdemos a capacidade de nos indignarmos ante atrocidades sofridas por outros, perdemos também o direito de nos considerarmos seres humanos civilizados, diz a inscrição na lápide.

Editorial criativa RM
 
 
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